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Assédio moral na academia, até quando?

Veja este relato impressionante, triste e infelizmente recorrente na relação orientador/orientando disponibilizado pelo pós-graduando Michel Branco.


Em 2016 fui aprovado em uma seleção de Mestrado na UFPB. Inicialmente, minha orientadora estava de licença maternidade e passei aproximadamente 6 meses desenvolvendo minhas atividades sem ao menos conhecê-la.


Após o retorno da minha orientadora, foi definido um tema de pesquisa e comecei a pesquisá-lo. 2 meses depois, a orientadora informou que precisaria mudar o tema da pesquisa e, com isso, passei a pesquisar tudo do zero.


No 9° mês de mestrado fui convocado para uma reunião na qual minha orientadora pedia minha anuência em repassar minha orientação para outra professora, alegando que estava com problemas com a coordenação do Programa e que estava insatisfeita em compor o corpo docente.


Considerando minha excelente relação com a primeira orientadora, me posicionei a favor da mudança. Novamente, inicio a pesquisa do zero, pois, mais uma vez, o tema foi alterado (já se passando 9, dos