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  • Foto do escritorTudo Sobre Pós-graduação

Como os pós-graduandos enxergam a relação entre orientadores e orientandos

Perguntamos para alguns pós-graduandos, através questionários postados em nossas redes, o que eles pensam sobre a relação entre orientador e orientando.


Tivemos 76 participações ao todo, onde foram respondidas 8 perguntas. Selecionamos 20 respostas, para cada uma das questões, na elaboração desse post.


No geral, percebe-se que existem relações muito saudáveis, iniciadas na graduação e que perduram até o pós-doutoramento, com ganhos mútuos, assim como há relações bastante problemáticas. Em alguns casos a relação entre orientadores e orientandos ultrapassa os muros das universidades e em outros eles mal conseguem se comunicar por meio digital.


Não é o nosso intuito apontar heróis e vilões, pessoas e situações são diferentes, e o que funciona em um relacionamento pode não funcionar em outro.


IMPORTANTE

- Esse conteúdo é meramente especulativo, sem nenhum intenção de ter caráter científico.

- Não foram utilizados nomes de pessoas e instituições.

- Algumas respostas foram editadas para maior clareza e brevidade.


1 - COMO É A SUA RELAÇÃO COM O(A) SEU(SUA) ORIENTADOR(A)?

1 – Excelente


2 – Distante


3 - Não é a que eu esperava, estou sempre pisando em ovos, tenho que acabar aceitando o que ele pede, não há discussão, tenho medo dele e do que vai pensar sobre minha capacidade, parece que somos seres muito inferiores a eles.


4 - Harmônica, sem pressão exagerada e sem perseguições.


5 - Meu orientador está comigo há 8 anos, desde a iniciação científica até o final do doutorado, que ainda não terminei. Esse tempo diz muito. Hoje eu vejo meu orientador como um amigo no qual eu posso buscar todo tipo de conselho, inclusive na vida profissional agora que sou professor e comecei a orientar iniciação científica há pouco.


6 - Péssima. Orientador totalmente contrário ao crescimento do aluno. Se temos oportunidades ele apela falando que vai deixar de orientar o aluno, para que o mesmo não aproveite tais oportunidades.


7 - Ele repassa o serviço para alguém com nível hierárquico acima do orientado. Exemplo: doutorando cuida de mestrando e mestrando de aluno de iniciação. E na hora que aperta, ele não está para ajudar. Sempre utiliza pronome em primeira pessoa do plural "nós vamos fazer isso..." mas quem faz mesmo são os pós-graduandos.


8 - Amigável. Meu orientador tem dificuldades de apontar caminhos e às vezes dá orientações contraditórias entre si. Mas é entusiasta da pesquisa e sempre acessível. Às vezes me incomoda como lida de forma que beira ao inconsequente, mas outras vezes eu admiro muito a capacidade que tem pra lapidar as ideias que levo.


9 - Difícil. Hora ele é atencioso, hora não. Estou fazendo praticamente tudo sozinha no meu trabalho, ele pouco discutiu pontos importantes comigo. Só pressiona, dificilmente ajuda. Além disso, ele trata os alunos de forma diferente, cria competição em vez de criar um ambiente de parceria.


10 – Administrável.


11 - Muito boa! Adequada e profissional. Deixava claro o prazo, a demanda e as críticas ao estudo e escrita que eu apresentava.


12 - Excelente, é uma relação de confiança, parceria, incentivo, apoio e compreensão, imprescindíveis na condução da orientação de graduandos e pós-graduandos.


13 - Relativamente boa, porém às vezes somos extremamente pressionados com ansiedade incontrolável por resultados e pela injustiça de passar alguns trabalhos que nós fazemos para o nome de outros autores. Meu orientador é um ótimo orientador, porém não tem a menor empatia com o próximo e chega a ser cruel em alguns momentos.


14 - Estamos alinhados em tudo que queremos tanto na pesquisa, como nas publicações e com os planos futuros. Acredito que isso também se motiva pelo fato de eu ser sempre proativo, participativo, fazer um serviço de qualidade e sempre buscar aprender com ele.


15 - Boa quando nos falamos, o que quase não acontece. Já pedi uma prorrogação por estar desmotivada mesmo amando minha pesquisa, é difícil continuar sem entender direito para onde ir.


16 - Instável


17 - Hoje apenas por e-mail para finalizarmos o artigo, mas é uma situação muito desconfortável pois não há interesse em orientar.


18 - Abusiva


19 - A minha relação com as minhas orientadoras do mestrado é ótima, hoje em dia nos considero amigos. Posso afirmar abertamente que sou apaixonado por elas. No entanto, não posso dizer o mesmo da minha orientadora do doutorado, tanto é que desisti do doutorado por causa dela.


20 - Ruim. Distante e sem apoio. Estou escrevendo a tese praticamente sozinha.


2 - VOCÊ CONSIDERA ESSA RELAÇÃO SAUDÁVEL?




3 - COM OS SEUS COLEGAS DE GRUPO É IGUAL?



4 - O QUE VOCÊ E O(A) SEU(SUA) ORIENTADOR(A) FAZEM PARA TEREM UM BOM RELACIONAMENTO?

1- Respeito mútuo


2 - Eu baixo a cabeça e aceito o que ele manda.


3 - Eu (tento cumprir os prazos, faço o que ele pede e, frequento ajudo aos colegas). Ele (explica o que deve ser feito, corrige os trabalhos, orienta de maneira leve).


4 - Um entender o lado do outro é fundamental. Cada um deve saber de suas obrigações e saber que cada um tem seu tempo. Ser sempre sincero, mesmo nos períodos onde ficamos um pouco ausentes devido a outros afazeres, é importante. Acho que é um processo de aprendizado mútuo, onde os dois aprendem a trabalhar juntos, da melhor maneira, com o tempo.


5 - Boa parte das iniciativas parte de mim. Já tentei conversar, já chorei pedindo para ele mudar e me tratar com respeito. Ele simplesmente me tratou mal na minha aula de qualificação na frente da banca e fica me dando gelo, fingindo que eu não existo.


6 - Eu sempre tento conversar com ele, mostrar o que eu estou fazendo. Mas isso parte muito mais de mim do que dele. Por ele, ele não corre atrás para saber como estão seus orientados.


7 - Tudo foi tentado por mim e nada funcionou.


8 - Diálogo (desde antes de me candidatar a vaga, eu procurei por ela e alinhei o objetivo do trabalho); reuniões e dúvidas pontuais; e produção acadêmica.


9 - Empatia, respeito e muita conversa.


10 - Tentamos entender a dificuldade um do outro


11 - Confiamos um no trabalho do outro, assumimos compromisso com a qualidade, buscamos atender as demandas mútuas em relação à pesquisa e à vida acadêmica.


12 - Acredito que essa boa relação se dá mais por minha parte, sempre faço o que pede, as vezes melhor do que se espera, sem questionar e com qualidade. Não costumo "dar trabalho" no quesito orientação ou na bancada ou ainda mesmo na escrita. Outro ponto é que estou sempre disposto a aprender com ele e outros colegas nem sempre são assim.


13 - No mestrado, sempre mantive um bom diálogo com as orientadoras. No doutorado, não consegui sequer ter um diálogo com a orientadora.


14 - Eu sempre falei abertamente sobre as dificuldades momentâneas com metodologias e teorias, ele citava referências possíveis e aguardava minhas entregas.


15 - Ele tentava me explorar de todas as formas possíveis.


16 - Cumpro os prazos, escrevo muito e bem; ele cumpre os prazos, lê o manuscrito, sugere e orienta.


17 - Acredito que foram os anos de orientação, pois venho de pibic, tcc, mestardo e, agora, dourado. Assim, fazendo com que tenhamos uma relação de orientação sólida.


18 - Tentamos nos comunicar, eu tentei ter orientações semanais, depois quinzenais, e depois mensais, nunca deu certo



19- Conversamos bastante, sobre coisas da vida comum, como família, religião, política, expectativas. Claro que o tema do projeto sempre ronda as conversas, mas há momentos para cada assunto com suas devidas intensidades.


20 - Encontramo-nos uma vez por semana e conversamos durante +/- uma hora. Se houver dúvidas durante a semana tento contato no mesmo dia. Se a orientadora encontra algo que seja interessante na minha pesquisa, logo ela me envia. Disponibiliza muito material. Motiva e elogia e só depois passa às considerações.


5 - COMO VOCÊ LIDA COM AS TENSÕES ENTRE VOCÊ E O(A) SEU(SUA) ORIENTADOR(A)?


1 - Não levo nada para o lado pessoal. O papel dela é me ajudar a fazer com que o trabalho se desenvolva e atinja os objetivos, quando perco o foco ela “chama de volta” e quando ela não entende eu procuro outra forma de apresentar o problema.


2 - Tento lidar da melhor maneira para não perder os prazos e não ter crises de ansiedade.


3 - Quando há alguma divergência, eu procuro entender, pensar se vale a pena manter minha opinião sobre determinado assunto, e caso sim, tento convencê-lo com argumentos. Claro que há o contra-argumento, pois a decisão sempre deve ser em prol da pesquisa, afinal o objetivo final dos dois é o mesmo.


4 - Ultimamente tenho respirado fundo e tentado levar da melhor forma. Já tivemos situações de ele gritar comigo e eu reativamente revidar, chegando a chorar.


5 - Acabo relevando algumas coisas, entendendo o que ele quer, entendo que muitas vezes ele gostaria de projetos diferentes e a mais. Muitos deles tento fazer, mas até um certo limite, pois tenho um limite de tempo na pesquisa, não dá pra entregar tudo que pedem. Então algumas coisas só falo que vou fazer e no fim nem faço, por conta de demandar um esforço. E meu orientador acaba não cobrando também, ele "só joga" a ideia. Afinal, não dá pra entregar dois trabalhos de doutorado em apenas um.


6 - Tento ser resiliente , converso com outras pessoas. Meu orientador é machista, ele trata os alunos meninos, melhor que as meninas. Entendo que ele tem idade, mas é muito triste a diferença de tratamento. Sinto como se ele fizesse pouco caso de tudo em relação ao meu trabalho.


7 - Ainda não tive que lidar com nenhuma tensão em relação ao meu orientador. Mas, tensões relacionadas aos anseios durante a pesquisa são solucionadas a partir de uma conversa onde ele esclarece as dúvidas e me dá o suporte necessário para seguir em frente com a mesma. Ele é solícito e está sempre disponível.


8 - Não há muitas, e as que têm, por serem tão poucas, eu relevo.


9 - Com terapia e me fazendo de bobo e buscando grupos de apoio aos pós-graduandos nas redes sociais.


10 - Não é fácil, mas eu tento ao máximo fazer tudo que eu propus, é isso que me tranquiliza.


11 - No início do mestrado tinha uma tensão por minha parte, tinha muito medo de não conseguir finalizar o projeto, entregar os resultados, publicar artigos… mas meu orientador me ajudou muito e a tensão foi quebrada.


12 - Estou indo em um psicólogo


13 - Remédio, terapia e sempre chego cedo na universidade.


14 - Temos tensões quando ela exige além do que consigo, visto que tenho uma criança em casa e nem sempre consigo fazer as coisas no meu "horário vago”. Acabo deixando algumas tarefas para depois, mas sempre cumpro os prazos que ela determina.


15 - Na época me levou a procurar terapia e acompanhamento psiquiátrico, além de ter engordado mais de 10 kg.


16 - No mestrado, tudo era na base da conversa. No doutorado, não consegui suportar a pressão psicológica da orientadora e desisti.


17 - Só surgiu certa tensão na qualificação, onde ele foi o mais crítico, apesar de pouco/nada ter contribuído.


18 - Fico ansioso


19 - Lido sozinha. Entendi que estou só nessa jornada...


20 - Não há tensões.


6 - VOCÊ CONSIDERA QUE O(A) SEU(SUA) ORIENTADOR(A) DESEMPENHA BEM O PAPEL DE LHE AJUDAR A PAVIMENTAR UM BOM CAMINHO CIENTÍFICO?


7 - VOCÊ ENCONTRA COM O(A) SEU(SUA) ORIENTADOR(A) FORA DO LABORATÓRIO PARA ATIVIDADES SOCIAIS? VOCÊ ACHA QUE CONHECER UM AO OUTRO EM UM NÍVEL MAIS PESSOAL É BENÉFICO OU PREJUDICIAL EM SEU RELACIONAMENTO PROFISSIONAL?

1 - Benéfico


2 - Não vejo ele fora do laboratório. Mas acredito que seria benéfico o orientador conhecer a realidade do aluno, entender como é a vida dele fora do laboratório e ver que ele não é o único que tem problemas.


3 – Nunca. Acho benéfico, precisa haver empatia, temos nossas angustias, problemas, expectativas, saber o que o orientando deseja, quais suas aspirações, acredito faz mudar a relação.


4 - Sim, saímos para congressos, e no final de ano fazemos confraternização. Com certeza, conhecer um ao outro ajuda a entender melhor a personalidade, limites e pontos fracos.


5 - Eu o vejo fora do laboratório com pouca frequência. Mas as vezes que nos juntamos para confraternizar são excelentes oportunidades de descontrair e conversar sobre outros assuntos.


6 - Não vejo, é mais maléfico.


7 - Não vejo. Conhecer a pessoa no nível mais pessoal ajuda a entender as suas dificuldades e qualidades, sabendo que estamos lidando com seres humanos.


8 - Não tenho uma relação para além da pesquisa. Acho que ter uma amizade para além da produção acadêmica ajuda, mas também traz desafios para não confundir as relações.


9 - Não vejo. Acho prejudicial levar para o pessoal.


10 - Não, nunca aconteceu. Orientadora extremamente antissocial.


11 - Gostaria de uma maior proximidade fora da academia. É a única queixa que tenho do nosso relacionamento.


12 - Sim. Participamos de confraternizações, comemorações de aniversário e conquistas


13 - Não. Acho que pode contribuir, mas não é uma regra, depende muito das pessoas envolvidas.


14 - Sim. Se é benéfico ou não, depende da personalidade do orientador. No meu caso, só via um cara ainda mais escroto como pessoa do que já é como orientador.


15 - Prejudicial


16 - Tentamos fazer confraternizações com o grupo. Já compartilhamos bons momentos fora do laboratório, almoços e cafés…


17 - Não considero que seja benéfico pois acaba confundindo as coisas e a cobrança acaba sendo maior.


18 - Fora do laboratório não, mas sempre almoçamos juntas no RU e sempre conversamos sobre assuntos fora da bolha da pesquisa, acho que isso deixa a questão um pouco mais humanizada, visto que sempre que tenho problemas pessoais ou de saúde, ela me entende e até se preocupa perguntando se estou melhor.


19 - Não nos conhecemos em nível pessoal. Essa é a oficialmente a terceira orientação que tenho.


20 - É muito difícil as atividades sociais, quando ocorre é ótimo, benéfico.


8 - ALGUM CONSELHO ADICIONAL PARA PESQUISADORES E PÓS-GRADUANDOS EM INÍCIO DE CARREIRA SOBRE COMO ELES PODEM OBTER O QUE PRECISAM DE SEUS ORIENTADORES?

1 - Não queremos paternalismo, mas queremos que orientadores se importem com nós, e que percebam que eles podem ser a melhor coisa na vida acadêmica, como também podem ser seu pior inferno.


2 - Diálogo na pós-graduação é a palavra-chave, se não está bom para alguma das partes isso deve ser dito para que haja correções.


3 - A primeira coisa é procurar informações sobre o(a) orientador(a) antes de escolher. Entender que ele(a) tem muito mais bagagem que você e que no começo devemos ouvir mais do que falar. Por fim, manter sempre o respeito e lembrar que os dois estão no mesmo barco, buscando um mesmo objetivo que é a contribuição para a comunidade científica.


4 - Sejam francos, se abram sobre coisas que não os deixam felizes. Não levem numa boa constrangimento e piadas de duplo sentido, caso se sintam incomodados, falar é a melhor saída. No caso de dúvidas ou dificuldades, sejam claros na comunicação e peçam uma comunicação clara também. Tudo isso vai ajudar muito no processo.

Obs: façam isso desde o primeiro dia.


5 - Não leve as coisas para o pessoal dependendo de como o orientador fizer algum comentário sobre projetos. Paciência. Estar sempre mostrando serviço, mesmo que o serviço não seja tão grande, é importante engrandecê-lo para mostrar retorno ao orientador. Às vezes a orientação do professor é horrível, entretanto, mostrar serviço faz com o que orientador corrija seu trabalho e sempre lembre de você em momentos de pedidos de bolsa de pesquisa, por exemplo.


6 - Tentem conhecer os seus orientadores antes de fazerem a seleção e entrarem no programa. Levem suas ideias com bons embasamentos e tenham um coorientador.


7 - Falem com os alunos do laboratório antes de entrar na pós-graduação. Veja quantas pós-graduandos seu orientador já orientou.


8 - Ter claro o objetivo, e diálogo. Não se perder na primeira dificuldade (o primeiro “Não”), e estudar muito pra não precisar depender de ninguém, mas entender que se precisar, ajuda é sempre bem-vinda, não ter vergonha de pedir.


9 - Eu diria para os pós-graduandos serem proativos, demonstrarem interesse e compreensão, desenvolverem autonomia, solicitarem ajuda quando necessário. Entender que a orientação é um suporte, uma guia, e não um passo a passo de como fazer ou o que escrever na pesquisa.


10 - Seja pontual, honesto e respeitoso com as opiniões da orientadora e não deixe de colocar seu ponto de vista.


11 - Saber impor limites e não deixar que fracassos nas pesquisas, experimentos da vida acadêmica te diga se você é ou não competente. Sejam honestos sobre suas dificuldades, é importante que o orientador entenda como pode te apoiar.


12 - Acredito que a compreensão e paciência sejam dois fatores chaves, tanto do pesquisador em início de carreira quanto do orientador, além do diálogo sempre claro e verdadeiro, de ambas as partes.


13 - Não espere que o orientador te procure, ele(a) também tem tantas coisas pendentes quanto você. Mantenha-se aberto para sugestões, porém se você acredita que seu ponto de vista é o seu objetivo na pesquisa, não deixe de enfatizar isso durante as discussões nas reuniões.


14 - Conversas sinceras. Não gostou da relação mude!! Não é possível prosseguir orientação sem diálogo saudável.


15 - Ser pós-graduando é só uma fase da sua vida, faça o possível para cumprir a sua parte na relação orientando/orientador.


16 - A base de tudo é conversar. Saber as suas dificuldades e suas habilidades e tentar usar isso ao seu favor.


17 - Conversando abertamente e respeitosamente. Não há absolutamente nada que uma boa conversa não dê jeito, ou, pelo menos, não alivie.


18 - Precisa jogar limpo e apresentar seus limites. Uma relação de confiança demora para ser criada e muitas vezes, dependendo do orientador, não vale a pena ser criada. Tenho consciência que minha boa relação com meu orientador é vista como algo fora da curva. Vejo muitos orientadores que fazem o verdadeiro terror com seus alunos, já vi muitos colegas desistirem da pós-graduação por esse motivo. Muitas vezes, quando a relação é tóxica, vale a pena repensar e buscar um orientador diferente.


19 - Cumpram todos os seus deveres e saiba se impor com respeito. Busque conhecer e colher informações sobre o seu futuro orientador, se possível conheça ele para evitar surpresas desagradáveis


20 - Para eles não tenho nenhuma dica, mas para o sistema que acredita que orientadores são deuses inacessíveis, com certeza uma nova forma de pensar se faz necessária.




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