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Inglês como a língua universal da ciência: oportunidades e desafios

O inglês é usado quase que exclusivamente como a língua da ciência. A adoção de uma linguagem científica universal teve um efeito extraordinário na comunicação científica: ao aprender uma única língua, os cientistas de todo o mundo obtêm acesso à vasta literatura científica e podem se comunicar com outros cientistas em qualquer lugar do mundo.


No entanto, o uso do inglês como o idioma científico universal cria desafios distintos para aqueles que não são falantes nativos do inglês. Neste editorial, discutimos como pesquisadores, revisores de manuscritos e editores de periódicos podem ajudar a minimizar esses desafios, nivelando o campo de atuação e fomentando a comunicação científica internacional.


Estima-se que menos de 15% da população mundial fala inglês, sendo que apenas 5% são falantes nativos. Esse desequilíbrio extraordinário enfatiza a importância de reconhecer e aliviar as dificuldades enfrentadas por falantes não nativos de inglês, se quisermos ter uma comunidade verdadeiramente global de cientistas.